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Grupo Vocal da Academia Martiniana 

O Grupo Vocal da Academia Martiniana foi criado no ano de 2007 como desenvolvimento natural das Vozes Brancas da Academia Martiniana. Tendo os seus elementos uma experiência vocal vasta, experimentam deste modo uma formação renovada e ainda mais abrangente, numa participação regular a vozes mistas e/ou iguais, contando com a colaboração de elementos do Coro Litúrgico da AM.
De interpretações trabalhadas em anos anteriores mantém ainda em reportório regular obras a vozes iguais como o Stabat Mater de G. P. Pergolesi, Missa Pastoril de Manuel Faria (2vig com órgão e/ou orquestra), A ceremony of Carols de Benjamin Britten, o Miserere de Gregório Allegri ou a Missa em honra de Santa Maria de Coimbra de Francisco Neves (3vig e instrumental medieval) com a qual tem vindo a participar na celebração litúrgica de Feiras Medievais. Em complemento interpreta ainda obras de Canto Gregoriano, polifonia e música contemporânea de carácter litúrgico.
O grupo deslocou-se em Outubro de 2007 ao Luxemburgo respondendo ao convite da comunidade portuguesa aí residente para representar Portugal nas comemorações da “Luxemburgo – Capital Europeia da Cultura 2007”.

Francisco Neves

 Francisco Neves nasceu em 1969 e iniciou os seus estudos musicais aos dez anos de idade em Arganil. Foi organista e director musical do coro da Igreja Paroquial entre 1983 e 1988. Em 1986 ingressou no Conservatório Regional de Castelo Branco e no ano seguinte continua os seus estudos musicais no recém-criado Conservatório de Música de Coimbra.
Em conjunto com os estudos musicais iniciou em 1987 o Curso do Instituto Superior de Estudos Teológicos de Coimbra. No ano de 2007 concluiu na FLUC a Licenciatura em História. Em 1999, membro fundador da Academia Martiniana - Associação Cultural que, na Freguesia de S. Martinho do Bispo e na cidade de Coimbra, desenvolve um trabalho pioneiro no ensino da música a crianças e jovens, com forte acento na música Religiosa de todos os géneros e estilos. Em Junho de 2000 funda as Vozes Brancas da Academia Martiniana, e em 2007 o Grupo Vocal da Academia Martiniana.
Em colaborações diferenciadas desde 1987 foi elemento cantor em vários coros da cidade de Coimbra, elemento fundador do Choral Aeminium, no qual foi co-responsável pela direcção artística. Em Janeiro de 2005 foi convidado a dirigir o Orfeão Polifónico de Mortágua.
Desde o início da década de 90 até ao presente, tem dedicado muito do seu tempo à composição, à transcrição e ao estudo da música religiosa de carácter regional. De entre os seus trabalhos destacam-se as obras em que mostra a viabilidade e funcionalidade da utilização da flauta de bisel em conjuntos orquestrais, quer na adaptação de obras de música antiga, quer na composição de obras originais.

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